O meu retrato, e o seu retrato. Pare um pouco de ler essas palavras e pense: nesses últimos dias, existe alguma coisa que você teve vontade de fazer, mas acabou não fazendo por preocupar-se demais com os outros, ou com as conseqüências do ato em si ? Se você conseguiu dizer “não” depois dessa pergunta, eu te parabenizo. O Narrador pode ser qualquer um de nós. Envoltos em uma sociedade que dita regras ridículas, que inventa preceitos que não, não devem ser seguidos.
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