Eu sou apenas alguém, ou até mesmo ninguém, talvez alguém invisível sem a menor esperança de tornar-me visível. Eu sei de todas as suas fraquezas e alegrias, mas você de mim nada sabes. Nem das minhas fraquezas, nem da minha covardia, nem sequer que eu existo. É como num filme banal, entre o figurante e o ator principal. Meu papel era irrelevante para contracenar no filme.
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